segunda-feira, 8 de abril de 2013


Permaneci no silêncio vazio, vazio mas ao mesmo tempo cheio, cheio de lamentações.

 Neste silêncio fui apenas surpreendida pelos barulhos mínimos do cotidiano e por mais difícil que pareça todos eles me fazem lembrar de ti..
 Poderá ser coincidência, poderá ser apenas saudade.
 Existe algo, algo em que eu não quero pensar, algo em que eu simplesmente quero esquecer, não quero mergulhar de novo naquele poço de memorias, memorias ricas em sentimentos profundos que só tu me tornaste portadora deles. Só tu..

 Para mim é o fim de uma grande batalha, batalha essa que saiu sem nenhum vencedor.
Só queria que me soltasses, mas que me soltasses de vez, e que contigo levasses tudo, mas leva tudo o que foi teu, porque eu ainda quero continuar em mim, quero ter aquela vontade de fazer rir os que estão a minha volta. Sabes? Acho que nem tu conheces essa minha vontade, porque ela existia antes de tu te tornares no meu mundo, na minha grande prioridade.
Solta-te! Solta-te se mim e deixa-me ir, deixa-me ir mesmo que essa não seja a minha vontade, e se um dia nós nos voltarmos a cruzar, eu irei fazer de tudo para passar bem perto, agarrar na tua mão e dar-te um beijo não na cara, mas na testa, porque para mim irás ser sempre a minha pequenina.
E sabes ao acordar se não estiver o meu nome no teu telemóvel, lembra-te que mesmo assim o teu nome está na minha mente.Irás ser sempre minha tal e qual como eu serei tua.


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